2ª fase da ECA defini regras

ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES

Comunicado

EDITAL CG-ECA-1/2021

A Diretora da Escola de Comunicações e Artes e a Presidente da Comissão de Graduação, em atendimento à Resolução CoG 8097, de 22-06-2021, tornam público o Edital com informações sobre a segunda etapa das provas de transferência externa, para os cursos de Biblioteconomia, Licenciatura em Educomunicação, Jornalismo, Música, Relações Públicas, Turismo e Superior do Audiovisual, para ingresso no 1º período letivo de 2022.

1. Serão aceitas transferências, condicionadas a existência de vagas e aprovação em exame de seleção, de alunos regularmente matriculados:

I – em qualquer outro curso de graduação da Universidade de São Paulo.

II – nos mesmos cursos de graduação pretendidos na ECA, mantidos por outras instituições de ensino superior do País ou do exterior, desde que não sejam caracterizados como cursos superiores de tecnologia ou cursos sequenciais;

1.1. Para o curso de Licenciatura em Educomunicação, serão aceitos também alunos de outras instituições de ensino superior matriculados nas áreas de humanidades ou de ciências sociais aplicadas.

1.2. Poderão se candidatar alunos que tiverem trancado sua matrícula no curso de origem, desde que, no momento da futura transferência de sua matrícula para a ECA, comprovem estar regularmente matriculados na instituição de origem.

1.3. Será vedada a transferência de qualquer aluno que não tenha cursado pelo menos um semestre no curso de origem.

1.4. No caso previsto no inciso II deste artigo não serão permitidas transferências para o primeiro e para os dois últimos períodos letivos do currículo escolar.

2. Os candidatos selecionados para a segunda etapa de provas deverão entregar no Serviço de Graduação da ECA, no período previsto no cronograma anexo, atestado de matrícula em arquivo eletrônico no formato PDF, original carimbado e assinado pelo setor responsável na Instituição de origem ou em que conste forma de verificação eletrônica de autenticidade.

2.1. O atestado de matrícula deverá estar atualizado para o semestre ou ano letivo vigente e conter o nome do curso e habilitação do candidato.

2.2. Os candidatos selecionados para a segunda etapa de provas e que estejam com a matrícula trancada poderão entregar atestado correspondente ao trancamento, nas mesmas condições requeridas para a apresentação do atestado de matrícula.

3. As provas terão a duração máxima de 3 horas cada.

3.1. Para a realização da prova, o candidato deverá apresentar um documento de identificação oficial com foto.

3.2. Não será permitido o ingresso dos candidatos nas salas de exame, virtuais ou presenciais, após o horário de início das provas.

3.3. As salas de exame serão divulgadas na página da ECA na internet, conforme cronograma do Anexo B.

4. As provas de seleção serão elaboradas pelas Comissões de Coordenação dos respectivos Cursos.

4.1. As bibliografias para as provas teóricas e de habilidades específicas (práticas) serão divulgadas juntamente com esta portaria (Anexo C).

5. Serão considerados selecionados os candidatos que obtiverem nota mínima 6,0 (seis), adotando-se o critério de classificação da maior nota para a menor no preenchimento das vagas.

5.1. Não será aproveitada, para a composição da nota final, a pontuação obtida na prova de Pré-seleção da FUVEST.

5.2. Em caso de empate entre candidatos à transferência, no exame de seleção, o aluno da USP terá preferência sobre os de outras instituições de ensino superior.

5.3. Na eventualidade de vagas não preenchidas pelos candidatos aprovados será convocado o próximo candidato selecionado, para matrícula no dia subsequente.

6. Os candidatos selecionados deverão efetuar matrícula no Serviço de Graduação da ECA, no dia e horários previstos no cronograma anexo.

6.1. A matrícula presencial dependerá, obrigatoriamente, da apresentação seguintes documentos:

I – atestado de matrícula atualizado para o semestre ou ano letivo vigente e em que conste o nome do curso e habilitação (original).

II – certificado de conclusão do curso de Ensino Médio ou equivalente e respectivo histórico escolar, ou diploma de curso superior devidamente registrado (uma cópia autenticada ou acompanhada do original);

III – documento de identidade oficial (uma cópia autenticada ou acompanhada do original);

IV– uma foto 3×4, recente (original, com menos de um ano).

7. Para a dispensa de disciplinas, o candidato selecionado deverá entregar, nos dias previstos no calendário, original do Histórico Escolar e dos programas das disciplinas aprovadas, devidamente autenticados pela Instituição ou Unidade de origem, bem como formulário de aproveitamento de estudos devidamente preenchido, disponível na página da ECA na internet.

7.1. Para o aproveitamento de créditos em disciplinas optativas livres cursadas na USP, o candidato selecionado deverá entregar apenas o original do Histórico Escolar, devidamente autenticado pela Unidade de origem.

8. A inscrição implicará no conhecimento da presente portaria e de seus anexos e na aceitação das condições do processo seletivo, das quais o candidato não poderá alegar desconhecimento.

8.1. Não serão aceitas a entrega de documentos, a realização de provas ou a matrícula fora dos prazos definidos no cronograma deste processo. O não comparecimento aos locais indicados, nas datas e horários determinados, implicará na exclusão do candidato do processo de transferência.

8.2. A apresentação de documentos e a matrícula poderão ser realizadas através de instrumento de procuração simples (sem autenticação), desde que original e assinado pelo candidato.

9. Não haverá revisão ou vista de provas.

10. Casos omissos serão analisados pelo Presidente da Comissão de Graduação, ouvido o Coordenador do Curso em questão.

ANEXO A – VAGAS

Curso / Complemento – Vagas

Bacharelado em Jornalismo / noturno – 2

Bacharelado em Relações Públicas / matutino – 2

Bacharelado em Relações Públicas / noturno – 2

Biblioteconomia / matutino – 1

Biblioteconomia / noturno – 8

Curso Superior do Audiovisual / diurno – 1

Licenciatura em Educomunicação / noturno – 5

Música Bacharelado / Habilitação em Instrumento de Cordas Dedilhadas / diurno – 1

Música Bacharelado / Habilitação em Instrumento de Sopro / diurno – 4

Música Bacharelado / Habilitação em Instrumento Percussão / diurno – 3

Turismo / noturno – 3

ANEXO B – CRONOGRAMA

Atividade – Período

Comprovação de matrícula na instituição de origem: encaminhar atestado de matrícula atualizado, em arquivo eletrônico no formato PDF, original carimbado e assinado pelo setor responsável na Instituição de origem ou em que conste forma de verificação eletrônica de autenticidade, através do formulário disponível em http://www.eca.usp.br/graduacao/transferencia – 25 e 26-10-2021

Divulgação do calendário com as datas e locais das provas, bem como as datas para matrícula e para solicitação de dispensa de disciplinas (Aproveitamento de Estudos) no site: www.eca. usp.br/graduacao/transferencia – 03-11-2021.

ANEXO C – BIBLIOGRAFIAS

BIBLIOTECONOMIA

ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. O que é Ciência da Informação?. Inf. Inf, Londrina, v. 19, n. 1, p. 1– 30, jan./abr. 2014.

CAPURRO, R.; HJORLAND, B. O conceito de informação. Perspectivas em Ciência da Informação, v.12, n.1, p.148-207, jan./abr. 2007. Disponível em http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/54

CINTRA, A. M. M.; et al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: Polis, 2002.

FONSECA, Edson Nery da. Introdução à Biblioteconomia. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2007. p. 48-62

IFLA. Requisitos Funcionales de los Registros Bibliográficos: Informe final. Disponível em: http://www.ifla.org/files/cataloguing/frbr/frbr-es.pdf.

LARA, M. L. L. G. Conceitos de organização e representação do conhecimento na ótica das reflexões do Grupo Temma. Informação & Informação, v. 16, n. 2, p. 92-121, 2011. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/10391

LE COADIC, Yves-François. A Ciência da informação. Brasília – DF: Briquet de Lemos Livros, 2004.

LEMOS, Antônio Angenor Briquet de. De bibliotecas e biblioteconomias: percursos. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2015.

MEY, E. S. A.; SILVEIRA, N. C. Catalogação no plural. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2009.

MODESTO DA SILVA, J. F. A ISBD: um instrumento de representação descritiva em evolução. In: MODESTO DA SILVA, J. F.;

PALETTA, F. C. (orgs). Tópicos para o ensino de biblioteconomia: volume I. São Paulo: ECA/USP, 2016. Disponível em: http://www3.eca.usp.br/sites/default/files/form/biblioteca/acervo/producao-academica/002749752.pdf.

OLIVER, C. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2011.

ORTEGA, Cristina Dotta. Relações históricas entre Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação, v.5, n.5, out. 2004. Disponível em: http://dgz.org.br/out04/Art_03.htm.

SAYÃO, L. F.; MARCONDES, C. H. O desafio da interoperabilidade e as novas perspectivas para as bibliotecas digitais. Transinformação, v. 20, n. 2, p. 133-148, 2008. Disponível: https://www.scielo.br/j/tinf/a/LSxTfhK6NfX54t4ypBK87kM/?lang=pt.

SILVA, L. C.; SEGUNDO, J. E. S.; ZAFALON, Z. R.; SANTOS, P.

L. V. A. C. O código RDA e a iniciativa BIBFRAME: tendências da representação da informação no domínio bibliográfico. Em Questão, v. 23, n. 3, p. 130-156, 2017. https://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/69549/41062.

TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira; SMIT, Johanna Wilhelmina. Ciência da Informação: pensamento informacional e integração disciplinar. Brazilian Journal of Information Science, n. 1, v. 1 No 1, 2007. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/download/48550.

EDUCOMUNICAÇÃO

APARICI, Roberto (org.). Educomunicação: mais além dos 2.0. São Paulo: Coleção Educomunicação, Paulinas Editora, 2014.

MARTIN-BARBERO, Jesús. A comunicação na educação. Editora Contexto. SP. 2014.

CITELLI, Adilson Odair; COSTA, Maria Cristina (orgs.).Educomunicação: construindo uma nova área de conhecimento. São Paulo: Coleção Educomunicação, Paulinas Editora, 2011.

MUNGIOLI, Maria Cristina Palma; RAMOS, Daniela O.; Viana, Claudemir Edson Uma formação inovadora na interface educação e comunicação: aspectos da Licenciatura em Educomunicação da Escola de Comunicações e Artes da USP. Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, v.14, p.219 – 228, 2018.

SOARES, Ismar de Oliveira.Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação. São Paulo: Coleção Educomunicação, Paulinas Editora, 2011.

LAGO, Cláudia, MARTINS, Ferdinando. & NONATO, Cláudia (2019) A alteridade na Educomunicação: estudos de gênero, interseccionalidade e performance. Comunicação & Educação, 24(2), 54-65. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v24i2p54-65

CONSANI, Marciel Aparecido (2018). Mediação Tecnológica na Educação: Os Aportes Teóricos e Práticos da Educomunicação para a Educação a Distância. Revista de Graduação USP, 3(1), 59-65. https://doi.org/10.11606/issn.2525-376X.v3i1p59-65

JORNALISMO

ABRAMO, P. Padrões de manipulação na grande imprensa. S. Paulo: Perseu Abramo, 2016 (disponível em https://fpabramo.org.br/publicacoes/estante/padroes-de-manipulacao-da-grande–imprensa/)

ASSUMPÇÃO, M. H. O & BOCCHINI, M. O. Para escrever bem. São Paulo: Manole, 2006.

BERTRAND, Claude-Jean. A deontologia das mídias. Tradução de Maria Leonor Loureiro. Bauru: Edusc, 1999.

BOURDIEU, Pierre, Sobre a televisão, Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1997.

CHAPARRO, M.C. Pragmática do Jornalismo. São Paulo: Summus, 1994.

CLARK, Walter. Campeão de audiência. São Paulo: Best Seller, 1988.

COMOLLI, Jean-Louis, Ver e poder, a inocência perdida: cinema, televisão, ficção, documentário, Belo Horizonte, UFMG, 2008.

COSTA, A.; SIMÕES, I.; KEHL, M.R. Um país no ar, história da TV brasileira em 3 canais. São Paulo: Brasiliense, 1986.

DEBORD, Guy, a Sociedade do Espetáculo, Contraponto, 1997

DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. São Paulo: Summus, 1990.

FARO, J. S. Realidade: 1966-1968, tempo de reportagem na imprensa brasileira. São Paulo: ECA/USP, 1996.

FENAJ. Manual Nacional de Assessoria de Imprensa. Rio de Janeiro: Fenaj, 1994, 2a edição.

GENRO FILHO, Adelmo. O segredo da pirâmide: para uma teoria marxista do jornalismo. Porto Alegre: Ortiz, 1989.

GREENE, Robert. As 48 leis do poder. Rio de Janeiro: Rocco, 2001.

HOINEFF, Nelson. A nova televisão. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1996.

KOPPLIN, E, FERRARETO, L. Assessoria de Imprensa: teoria e prática. Porto Alegre: Sagra CD Luzzatto, 1993.

KUCINSKI, Bernardo. Jornalistas e revolucionários nos tempos da imprensa alternativa. São Paulo: Scritta, 1992.

LAGE, N . Teoria e técnica do texto jornalístico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005

LAGE, N. A reportagem: teoria e técnica da entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 1986.

LEAL FILHO, Laurindo. A melhor TV do mundo. São Paulo: Summus, 1997.

LIMA, Ivan. Fotojornalismo brasileiro: realidade e linguagem. Petrópolis: Vozes, 1991.

LOREDO, João. Era uma vez … a televisão. São Paulo: Alegro, 2000.

MACHADO, Arlindo. A Televisão levada a sério. São Paulo: SENAC, 2000.

MARCONDES FILHO, C. A saga dos cães perdidos. S. Paulo: Hacker, 2001

MARCONDES, C. O escavador de silêncios. São Paulo: Paulus, 2004.

MEIRELES, N.; ALBUQUERQUE, E.(Orgs.). Rádios Universitárias: experiências e perspectivas. 1ed.João Pessoa: Editora do CCTA, 2013. (http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/comunicacao/radios-universitarias-experiencias-e-perspectivas/livro-1ebook.pdf)

OLIVEIRA, D. Iniciação aos estudos de jornalismo. S. Paulo: Abya Yala, 2020.

OLIVEIRA, D. Jornalismo e emancipação: uma prática jornalística baseada em Paulo Freire. Curitiba: Appris, 2017.

PEREIRA JR, L. C. Guia para edição jornalística. Petrópolis: Vozes, 2007.

PEREIRA JR. L. C. A apuração da notícia. Petrópolis: Vozes, 2006.

RADDATZ, Vera Lucia Spacil … [et al.]. Rádio no Brasil [recurso eletrônico]: 100 anos de história em (re) construção Ijuí: Ed. Unijuí, 2020. (Disponível em: https://www.editoraunijui.com.br/produto/2257)

RANCIÈRE, Jacques, a partilha do sensível, São Paulo, ed.34, 2009.

SODRÉ, M. A narração do fato: notas para uma teoria do acontecimento. Petrópolis: Vozes, 2012

SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

SOUSA, J.P. Fotojornalismo. Lisboa: Letras Contemporâneas, 2010.

TRAQUINA, N. Teorias do jornalismo (volumes 1 e 2). Florianópolis: Insular, 2005.

XAVIER, Ricardo; SACCHI, Rogério. Almanaque da TV: 50 anos de memória e informação. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.

MÚSICA

PROGRAMA

PROVA TEÓRICA

A Prova Teórica possui peso 2 e será formulada de acordo com o conteúdo da Bibliografia, compreendendo os seguintes assuntos:

História Geral da Música: conhecimentos contemplados na bibliografia específica indicada abaixo.

Teoria da Música: reconhecimento e manipulação de: escalas maiores e menores; tonalidades; modos; intervalos; tríades; rítmicas mais recorrentes; claves; fórmulas de compasso; notação musical; sinais de expressão; terminologia musical; progressões harmônicas; notas auxiliares (notas estranhas ao acorde); cadências; análise harmônica.

Percepção Musical: identificação pela audição de: melodias a uma ou a duas vozes; intervalos; tríades; rítmicas mais recorrentes; progressões harmônicas; notas auxiliares mais recorrentes; cadências.

Bibliografia:

História Geral da Música

BENNETT, Roy. Uma breve história da música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. RJ: Jorge Zahar Ed, 1986.

GRIFFITHS, Paul. A música moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. 2 ed. RJ: Jorge Zahar, 2011.

GROUT, Donald; PALISCA, Claude. História da música ocidental. 5 ed. Lisboa: Gradiva, 2007.

MARIZ, Vasco. História da música no Brasil. 5.ed. RJ: Nova Fronteira, 2000.

NEVES, José Maria. Música contemporânea brasileira. 2 ed. RJ: Contracapa, 2008.

TINHORÃO, José Ramos. História Social da Música Popular Brasileira. SP: Editora 34, 1998.

Teoria da Música

BRISOLLA, Cyro Monteiro. Princípios de harmonia funcional. SP: Annablume, 2006.

LIMA, Marisa Ramires; FIGUEIREDO, Sérgio. Exercícios de teoria musical: uma abordagem prática. 6 ed ampliada e com CD. SP: Embraform, 2004.

LIMA, Marisa Ramires. Harmonia: uma abordagem prática. Parte I. 2 ed. SP: Ed. Independente, 2010.

PASCOAL, Maria Lúcia e PASCOAL, Alexandre. Estrutura tonal: Harmonia. Livro eletrônico: http://www.cultvox.com.br.

SCHOENBERG, Arnold. Fundamentos da composição musical. 3 ed. SP: EDUSP, 2012.

JACCHIERI, Hermes Daniel; PINTO, Theophilo Augusto. Notas Introdutórias: Exercícios de Teoria Musical. SP: Theophilo A. Pinto Editor, 2007.

Percepção Musical

BENWARD, Bruce; KOLOSICK, Timothy. Percepção musical: prática auditiva para músicos. 2 reimpr. SP: Edusp / Editora da Unicamp, 2017.

CARR, Maureen; BENWARD, Bruce. Percepção Musical: Leitura cantada à primeira vista. 1. reimpr. SP: Edusp / Editora da Unicamp, 2017.

HINDEMITH, Paul. Treinamento elementar para músicos. 6 ed. SP: Ricordi, 2004. PRINCE, Adamo. A arte de ouvir: percepção rítmica. 2 volumes. RJ: Lumiar, 2002.

PROVA PRÁTICA

A Prova Prática será realizada individualmente, de acordo com as especificidades relacionadas a cada curso. Para o Curso de Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento de Cordas Dedilhadas – Ênfase em Violão Todos os candidatos ao Curso de Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento de Cordas Dedilhadas – Ênfase em Violão realizarão as seguintes atividades:

Prova oral: Avalia a compreensão do candidato em relação à carreira, levando em consideração seu histórico. Possui peso 2.

Leitura à primeira vista cantada de melodias indicadas pela banca examinadora: Avalia a capacidade de execução de linhas melódicas simples através do canto. O candidato deve entoá-las com afinação e fluência, pronunciando os nomes das notas. Possui peso 1.

Execução das peças indicadas no programa da ênfase escolhida, listadas a seguir: Avalia a aptidão, o potencial, a desenvoltura técnica, a compreensão e a interpretação musicais, bem como a expressão do conhecimento teórico, estilístico e histórico do candidato através da performance. Possui peso 5.

(c1) Fernando Sor: Minueto Op. 11 4

(c2) Uma obra selecionada dentre os seguintes compositores: Dionísio Aguado, Fernando Sor (exceto Minueto Op. 114), Mauro Giuliani, Napoleón Coste, Giulio Regondi, Francisco Tárrega, Agustín Barrios, Heitor Villa-Lobos, Francisco Mignone, Manuel Ponce, Mario Castelnuovo-Tedesco, Joaquín Turina, Federico Moreno Torroba, Alexandre Tansman, Antonio Lauro, Emílio Pujol, César Guerra-Peixe, Abel Carlevaro e Leo Brouwer.

Para o Curso de Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento Percussão

Todos os candidatos ao Curso de Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento Percussão realizarão as seguintes atividades:

Prova oral: Avalia a compreensão do candidato em relação à carreira, levando em consideração seu histórico. Possui peso 2.

Leitura à primeira vista cantada de melodias indicadas pela banca examinadora: Avalia a capacidade de execução de linhas melódicas simples através do canto. O candidato deve entoá-las com afinação e fluência, pronunciando os nomes das notas. Possui peso 1.

Execução das peças listadas a seguir: Avalia a aptidão, o potencial, a desenvoltura técnica, a compreensão e a interpretação musicais, bem como a expressão do conhecimento teórico, estilístico e histórico do candidato através da performance. Possui peso 5.

(c1) Morris Goldenberg: Farfel´s Gavotte do livro 12 Progressive Solos for Snare Drum.

(c2) Uma peça de livre escolha para teclados (Marimba, Vibrafone, Xilofone) com duas ou quatro baquetas.

(c3) Leitura à primeira vista ao teclado (duas baquetas) de peça indicada pela banca examinadora.

Para o Curso de Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento de Sopro

Todos os candidatos ao Curso de Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento de Sopro realizarão as seguintes atividades:

Prova oral: Avalia a compreensão do candidato em relação à carreira, levando em consideração seu histórico. Possui peso 2.

Leitura à primeira vista cantada de melodias indicadas pela banca examinadora: Avalia a capacidade de execução de linhas melódicas simples através do canto. O candidato deve entoá-las com afinação e fluência, pronunciando os nomes das notas. Possui peso 1.

Execução das peças indicadas no programa da ênfase escolhida, listadas a seguir: Avalia a aptidão, o potencial, a desenvoltura técnica, a compreensão e a interpretação musicais, bem como a expressão do conhecimento teórico, estilístico e histórico do candidato através da performance. Possui peso 5.

Observações: 1- O candidato deverá trazer seu próprio

instrumento. 2- O candidato poderá trazer um pianista acompanhador às suas expensas.

Ênfase em Flauta

(c1) Cécile Chaminade: Concertino, Op. 107.

(c2) W. A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto em Sol Maior, K. 313.

(c3) Uma peça de livre escolha. Ênfase em Oboé

(c1) Escolher uma entre as duas obras abaixo relacionadas: W. A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto em Dó Maior; J. Haydn: Primeiro movimento do Concerto em Dó Maior.

(c2) Uma peça de livre escolha.

Ênfase em Clarinete

(c1) W A Mozart – Concerto para Clarinete e Orquestra em lá maior, KV622.

(c2) Aaron Copland – Concerto para Clarinete e Cordas (com cadência).

(c3) Escolher uma entre as três obras abaixo relacionadas: Igor Stravinsky: segunda peça das 3 Peças para clarinete solo; Bela Kovács: Hommages para clarinete solo (escolher um dos estudos); Ronaldo Miranda: Lúdica para clarinete solo. Ênfase em Clarone (Clarinete Baixo)

(c1) Gilberto Mendes – Claro Clarone.

(c2) Harald Genzmer- Sonata para Clarinete Baixo solo, primeiro movimento – moderado.

(c3) Uma peça de livre escolha.

Ênfase em Fagote

(c1) W. A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto em Si b Maior, K. 191.

(c2) Uma peça de livre escolha.

Ênfase em Trompa

(c1) Escolher uma entre as três obras abaixo relacionadas: W. A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto n. 3 para trompa e orquestra; W. A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto n. 4 para trompa e orquestra; L. van Beethoven: Sonata para trompa e piano.

(c2) Uma peça de livre escolha.

Ênfase em Trombone

(c1) A. Guilmant: Morceau Symphonique.

(c2) Uma peça de livre escolha.

Ênfase em Tuba

(c1) Escolher um estudo dentro dos métodos abaixo: Blazevich: 70 Advanced Etudes, volume 1; Rochut: Melodious Etudes for Trombone, livro 1; Kopprasch: 60 Selected Studies; Arban: Famous Method (edição para Trompete, Trombone ou Tuba).

(c2) Escolher um trecho orquestral, retirado de algum trecho abaixo: Mahler: Sinfonia n. 1, 3º movimento – solo; Prokofiev: Sinfonia n. 5; Wagner: Abertura de os Mestres Cantores de Nuremberg – letras J-L; Wagner: Cavalgada das Valquírias; Bruckner: Sinfonia n. 7.

(c3) Escolher um solo entre as peças abaixo: Barat/Smith: Introduction and Dance; Curnow: Concertino; Frackenphol: Sonata for tuba and piano; Vaughan Williams: Six Studies in English Folk Song.

Observação: O candidato deverá, no ato da inscrição, indicar a ênfase (instrumento) desejada.

RELAÇÕES PÚBLICAS

FARIAS, Luiz Alberto de. Relações Públicas estratégicas: técnicas, conceitos e instrumentos. São Paulo: Summus, 2011.

FARIAS, Luiz Alberto de. Opiniões Voláteis: opinião pública e construção de sentido. São Paulo: Editora Metodista, 2019.

FERRARI, Maria Aparecida; FRANÇA, Fábio; GRUNIG, James. Relações Públicas, contexto e relacionamentos. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2009.

KUNSCH, Margarida M. Krohling(org). Comunicação Organizacional estratégica. São Paulo: Summus: 2016.

KUNSCH, Margarida M. Krohling (org). Relações públicas: história, teorias e estratégias nas organizações contemporâneas. São Paulo: Saraiva, 2009.

KUNSCH, Margarida M. Krohling. Comunicação Organizacional: histórico, fundamentos e processos. Volume 1. São Paulo: Saraiva, 2009.

SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. São Paulo: 3º edição. Summus, 1995.

NASSAR, Paulo. Relações Públicas na Construção da Responsabilidade Histórica e no Resgate da Memória Institucional das Organizações. São Caetano do Sul, Difusão Editora, 2007.

DI FELICE, Massimo. Do Público para as redes. São Caetano do Sul, Difusão, 2008.

Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas. Ano 4, número 7, 2º semestre de 2007. Dossiê Identidade, marca e gestão da reputação corporativa.

TURISMO

COOPER, Chris. et al. Turismo: princípios e práticas. 3a Edição. Porto Alegre: Bookman. 2007

DVORSKÝ, J.; PETRÁKOVÁ, Z.; AJAZ KHAN, K.; FORMÁNEK, I.; MIKOLÁ , Z. Selected Aspects of Strategic Management in the Service Sector. Journal of Tourism and Services, vol. 20, n.11, pp.109–123, 2020. doi: 10.29036/jots.v11i20.146.

GRETZEL, Ulrike. From smart destinations to smart tourism regions. Investigaciones Regionales – Journal of Regional Research, v.42, pp.171-184, 2018.

GRAVARI-BARBAS, Maria. Arquitetura, museus, turismo: la guerra de las marcas. Revista de Arquitectura, Universidad Católica de Colombia, vol. 20, n. 1, pp.102-114, 2018.

KRIPPENDORF, J. Sociologia do Turismo. Barueri. Aleph. 2003

RICHARDS, Greg. Cultural Tourism: a review of recente research and trends. Journal of Hospitality and Tourism Management. Elsevier. 36 (2018) pp. 12-21. https://doi.org/10.1016/j.jhtm.2018.03.005

SANTOS, F.; LUNARDI, G.L.; MAIA, C.R.; AÑAÑA, E.S. Fatores que influenciam a participação dos consumidores no Turismo Eletrônico. Revista de Brasileira de Pesquisa em Turismo. vol.14, n. 2 (2020): maio/agosto. https://doi.org/10.7784/rbtur.v14i2.1831

SOUZA, J.; MENDES-FILHO, L; BUHALIS, D. Evaluating the effectiveness of tourist advertising to improve the competitiveness of destinations. Tourism Economics. Vol. 26, Issue 6, 2020. https://doi.org/10.1177/1354816619846748

TALWAR, S.; DHIR, A.; KAUR, P.; MÄNTYMÄKI, M. Why do people purchase from online travel agencies (OTAs)? A consumption values perspective. International Journal of Hospitality Management. Vol. 88, July 2020, 102534. https://doi.org/10.1016/j.ijhm.2020.102534

TELES, Reinaldo Miranda de Sá (org.). Turismo e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Campos-Elsevier. 2011.

VEAL, A. A metodologia da pesquisa em lazer e turismo. São Paulo: Aleph, 2011.

SUPERIOR DO AUDIOVISUAL

BERNARDET, Jean-Claude. O que é Cinema. São Paulo, Brasiliense, 1980

BORDWELL, D. THOMPSON, K. A arte do cinema: uma introdução. Tradução de Roberta Gregoli. Edusp: São Paulo, 2014.

MACHADO, Arlindo. A TV levada a sério. São Paulo: Senac 2000.

MCKEE, Robert. Story: Substância, estrutura, estilo e os princípios da escrita de roteiro. Curitiba, Arte e Letra, 2006.

XAVIER, Ismail. O Discurso Cinematográfico. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2005. capítulos 1 e 2

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